sábado, 28 de março de 2015

O gerenciamento de projetos nas organizações




Para entender de gestão de projetos, em primeiro lugar é preciso saber reconhecer o que é um projeto. Trata-se de um empreendimento com o objetivo bem definido, que consome recursos e opera sob pressão de prazos, custos e qualidade. Além disso, projetos são, em geral, considerados atividades exclusivas em uma organização.

Atualmente as organizações modernas procuram a todo o momento preencher as lacunas entre o planejamento e a execução.
Para isso as organizações podem se apoiar em princípios do gerenciamento de projetos, buscando implementá-los e aperfeiçoá-los ao longo do tempo, avaliando sempre que possível seu nível de melhoria de forma a permitir o desenvolvimento de suas estratégias na gestão do negócio.

O ambiente de negócios cada vez mais competitivo exige das empresas uma atuação profissional e excelência operacional. Tais expectativas se tornam ainda mais desafiadoras quando se trata de pequenas empresas, com limitação de recursos, sejam eles humanos, financeiros ou de infraestrutura, e uma competitividade de mercado que muitas vezes nivelam por baixo a qualidade do produto dessas empresas.

Além das funções predominantes dos gestores os mesmos estão preocupados com o planejamento e criação de novos planos de expansão, por isso o controle dos projetos devem ser feitos de forma correta obedecendo às seguintes fases: Iniciação, Planejamento, Execução, Monitoramento e Controle, Encerramento.

Os gestores devem ficar atentos aos fatores que demonstram a necessidade de uma boa gestão de projetos, iniciado pela análise da competitividade, verificando as margens de lucros se esta dentro do patamar das estratégias, analisando as exigências dos clientes, os avanços tecnológicos e outros fatores que trazem a possibilidade de implantar e gerenciar um projeto para trazer os benefícios para o crescimento da empresa.

A gestão correta dos projetos traz benefícios para a organização podendo ser utilizada em resoluções de problemas no qual defini precisamente as tomadas de decisões e ainda identificando efeitos e causas.

Contudo, possibilita à organização desenvolver uma visão do futuro estabelecendo estratégias e como resultado motivando e inspirando os esforços da equipe, não se pode esquecer de que os desafios se tornam maiores e posteriormente trazem aquele gostinho de vitória.

Conclui-se que, gerenciar de forma adequada os projetos dentro da organização, traz benefícios financeiros e de crescimento em pouco prazo e principalmente na questão de sobrevivência da organização no mercado competitivo, trazendo um diferencial na forma de gerenciá-la, e longe de ser só mais uma entre tantas teorias de administração de empresas, o gerenciamento de projetos é questão principal na otimização de resultados.

domingo, 22 de março de 2015

Brasil é o número 1 em ranking de empreendedorismo

Segundo levantamento, o país está à frente dos Estados Unidos e da China

Do Estadão Conteúdo - 29/03/2015
startup; sucesso; empreendedorismo (Foto: ThinkStock)
Três em cada dez brasileiros adultos entre 18 e 64 anos possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio.

Em dez anos, a taxa total de empreendedorismo no Brasil aumentou de 23%, em 2004, para 34,5% no ano passado. Metade desses empreendedores abriu seus negócios há menos de três anos e meio.

Os dados são da nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feita no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).

O levantamento mundial sobre o empreendedorismo é fruto da parceria entre a London Business School e o Babson College.

Começou em 1999 com dez países, mas, desde então, quase 100 países se associaram ao projeto. Em 2014, a pesquisa atingiu 75% da população global e 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

No Brasil, foram entrevistadas 10 mil pessoas de 18 a 64 anos das cinco regiões do País. 

Na comparação mundial, o Brasil se destaca com a maior taxa de empreendedorismo, quase 8 pontos porcentuais à frente da China, o segundo colocado, com taxa de 26,7%.

O número de empreendedores entre a população adulta no País é também superior ao dos Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%) e França (8,1%). Entre as economias em desenvolvimento, a taxa brasileira é superior à da Índia (10,2%), África do Sul (9,6%) e Rússia (8,6%).
 
Ambiente
Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, o recorde de empreendedores no Brasil é consequência do aumento do número de formalizações nos últimos anos e da melhoria do ambiente legal, com a criação e ampliação do Supersimples - regime simplificado de cobrança de tributos para empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões.

Por esse regime, pequenas e médias empresas têm a cobrança de oito impostos federais, estaduais e municipais reunida num só boleto. Para a maioria dos casos, a carga de impostos é 40% menor do que no regime tributário convencional.

Ainda de acordo com a pesquisa, ter o próprio negócio é o terceiro maior sonho do brasileiro, atrás de comprar a casa própria e viajar pelo País. O número de pessoas que almejam se tornar o seu próprio chefe é de 31%, praticamente o dobro das que desejam fazer carreira numa empresa (16%).

A pesquisa ainda revela que, de cada 100 brasileiros que começam um negócio próprio, 71 são motivados por uma oportunidade de negócio e não pela necessidade. Barretto diz que esse índice, que implica diretamente a qualidade do empreendedorismo, vem se mantendo estável nos últimos anos.

"O empresário atual abre uma empresa porque vê uma oportunidade e investe naquela ideia. Ter uma empresa porque não se tem uma ocupação não é mais o principal fator", afirma. Há dez anos, os brasileiros abriam negócios próprios motivados pela falta de emprego.

Mais de 70% das micro e médias empresas conseguem sobreviver até contemplar o segundo ano. "Não é excepcional, mas é um excelente número", avalia Barretto. O perfil desse novo empreendedor é mais jovem, mais feminino, mais negro e mais classe C, de acordo com o presidente do Sebrae.

Mesmo com a contração da atividade econômica do País, ele acredita ser possível o segmento da pequena empresa continuar crescendo neste ano. "O segmento não é uma ilha, mas tem demonstrado força para enfrentar essas crises, principalmente no comércio e serviços", afirma.

Como exemplo do vigor dos pequenos negócios, Barretto cita o crescimento de 7% da arrecadação do Supersimples em 2014, enquanto houve queda na arrecadação geral, e a geração líquida de 3,5 milhões de empregos entre 2011 e 2014 - no mesmo período, as grandes e médias empresas tiveram saldo de 200 mil vagas fechadas.

Referência: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/03/brasil-e-o-numero-1-em-ranking-de-empreendedorismo.html
Acessado em: 29/03/2015